É uma questão de opiniões, de pontos de vista. Todos vê, a questão de uma maneira diferente, ninguém concorda totalmente com ninguém. Somos todos bichos independentes que pouco se preocupam com o que os outros pensam. Se nós achamos que sim, nós estamos certos.
Amanhã, Não! Depois de amanhã é dia da mãe. Pergunto-me porque razão defendo que o dia do pai deveria ser extinguido e o dia da mãe alargado por todos os outros dias 3 do ano. Talvez porque a mãe, aquela mulher gigante com muita ou pouco delicadeza, esteve presente (quer quisesse ou não), logo no primeiro momento. No primeiro instante de dificuldade, juntamente com o primeiro obstáculo que enfrentamos : Como o ar magoa quando respirar é a única necessidade existente, constante, indispensável.
O dia da mãe não poderia ser extinguido por isso, pela ligação invisível por vezes desfeita em pedaços, que nos conecta àquela mulher que esteve lá da primeira vez - mesmo que essa tenha sido a única.
Mas as pessoas são assim, pensam o que querem, defendem o que querem e, por acharem que o que defendem está certo pouco se importa com o que os outros acreditam.
Por isso, que seja um dia só, apenas um dia 3, mas que valha por todos os outros em que as nossas opiniões lutam em guerra quente - já que de fria não tem nada - e que simbolize todos os momentos além do primeiro em que tu decidiste sofrer mais um pouco só para eu não me sentir sozinha.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
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